quinta-feira, 24 de agosto de 2017
sábado, 19 de agosto de 2017
Religiões
"Se eu acreditasse que o budismo era o melhor para todos, seria uma tolice, porque pessoas diferentes têm disposições mentais diferentes. Portanto, a variedade das pessoas exige uma variedade de religiões. O objetivo da religião é beneficiar as pessoas. E eu creio que, se tivéssemos apenas uma religião, depois de algum tempo ela deixaria de beneficiar muita gente. Se tivéssemos um restaurante, por exemplo, e nele só fosse servido um prato - dia após dia, em todas as refeições - não lhe restariam muitos fregueses depois de algum tempo. As pessoas precisam e gostam de variedade na comida porque existem muitos paladares diferentes. Do mesmo modo, as religiões destinam-se a nutrir o espírito humano. E creio que podemos aprender a celebrar essa diversidade em religiões e desenvolver uma profunda apreciação da variedade das religiões. Certas pessoas podem considerar que o judaísmo, a tradição cristã ou a tradição islâmica é a mais eficaz para elas. Por isso, devemos respeitar e apreciar o valor de todas as diferentes tradições religiosas importantes no mundo."
Dalai Lama
Dalai Lama
Sociedade amorfa
Fiz um compacto de um texto que expressa, brilhantemente, o que vem acontecendo no Brasil.
"Fôssemos uma sociedade equilibrada, houvéssemos desenvolvido um coletivo sob as luzes do conhecimento, seria exequível um surto de reações pautadas pela lógica de seu esteio moral, mas o que se percebe é uma profunda alienação, um triste e inaceitável distanciamento desses valores que parece corroer suas bases fundamentais e termina por pautar uma abominável catarse coletiva.
Houve um instante de nossa história, ainda no alvorescer dos anos 1900 e do pensamento republicano, em que timidamente se impunham os valores universais dentro da escola que, àquela altura, embora não alcançasse inteiramente seu universo, era calcada em propósitos justos e meritórios; mais que isso, o banco escolar cumpria sua missão e escolarizava os alunos.
O passar das décadas, somado ao crescimento gradual e jamais interrompido de equívocos tão perversos e mal intencionados quanto a maioria dos representantes camerais, encarregou-se de nos conduzir criminosamente ao cenário atual. Hoje vemos uma escola que, sobre a falência da sua missão primeira de alfabetizar e preparar o jovem para o mundo produtivo, peca também na manutenção daqueles valores, cede ao comodismo da leniência disciplinar, desiste ideologicamente do mérito e se vê auxiliada nesse fracasso pela moderna família ausente do compromisso de educar.
O resultado se revela na sociedade anestesiada, idiotizada, despida de valores morais e completamente dormente que se estabeleceu no país.
Somos uma nação condenada pelo imobilismo mental. Pouco ou nada importa a parcela proativa resiliente; a força dessa inércia intelectual, o caos advindo desse parco teor das capacidades cognitivas da massa dominante é amplificado pela maledicência, pela vulgaridade, pela corrupção arraigada nos mais íntimos desvãos de uma classe política que mais e mais se notabiliza pelos desvios de caráter.
A realidade nua e crua que nos acorrenta é um soco no futuro, um vaticínio do amanhã de cores opacas que nos aguarda.
Uma sensação doída de cansaço, uma incômoda impotência surge quase que indomável dentre aqueles desejosos de outro futuro e parece traçar o destino de todos, apesar dos solitários quixotes lançarem-se contra esse gigantesco moinho."
domingo, 13 de agosto de 2017
Clareza
Buda Sakyamuni :
"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o."
sábado, 12 de agosto de 2017
Azar? Sorte? Pode ser !
Era uma vez um fazendeiro chinês. Um dia, um de seus cavalos fugiu. Seus vizinhos vieram até ele, comentando como aquele acontecimento era um infortúnio. O fazendeiro respondeu: “pode ser”.
No dia seguinte, o cavalo que fugiu voltou, trazendo com ele sete cavalos selvagens. Os vizinhos apareceram novamente, dizendo que isso era uma grande sorte. O fazendeiro respondeu: “pode ser”.
Depois disso, o filho do fazendeiro tentou domar um dos cavalos selvagens e caiu, quebrando uma perna. Os vizinhos vieram lamentar o ocorrido, dizendo que aquilo era muito ruim. O fazendeiro respondeu: “pode ser”.
No dia seguinte, oficiais do exército que estava recrutando soldados apareceram, mas não levaram o filho do fazendeiro por conta da sua perna quebrada. Os vizinhos vieram ao fazendeiro falando sobre como aquilo era ótimo, e ele respondeu: “pode ser”.
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Lembrete a uma das esferas dos poderes
11 de Agosto Dia do Advogado
“O advogado só é advogado quando tem coragem de se opor aos poderosos de todo gênero que se dedicam à opressão pelo poder. É dever do advogado defender o oprimido. Se não o faz, está apenas se dedicando a uma profissão que lhe dá o sustento e à sua família. Não é advogado” - Sobral Pinto
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
O baixo jornalismo opinativo
No Facebook compartilharam um artigo (aqui) sobre o Bolsonaro, e acabei lendo e perdendo meu tempo, mais uma vez.
Sinceramente estou de saco cheio desse jornalismo opinativo leviano e portanto tosco. Sem querer defender Bolsonaro (ou Doria, Marina, Alvaro Dias ...) ou quem quer que seja, entendo que a obrigação de um jornalista, no caso esse articulista, antes de dejetar suas antipatias deveria apresentar conteúdo ao fazer uso de sua mídia, privilégio que nem todos tem.
Sinceramente estou de saco cheio desse jornalismo opinativo leviano e portanto tosco. Sem querer defender Bolsonaro (ou Doria, Marina, Alvaro Dias ...) ou quem quer que seja, entendo que a obrigação de um jornalista, no caso esse articulista, antes de dejetar suas antipatias deveria apresentar conteúdo ao fazer uso de sua mídia, privilégio que nem todos tem.
- Diz que apenas geriu a vida dos filhos, mas esses foram eleitos por voto direto e não ocupam nenhum cargo executivo ou em autarquias como as dinastias Sarney, Renan e outras fazem com desfaçatez e despudor. Se o populacho quer escolher palhaços, cantores e artistas como seus representantes é fruto da democracia e do analfabetismo político e funcional de boa parte da sociedade
- No caso específico do Bolsonaro, se ele fez referência ao Coronel Ustra, vamos lembrar que antes de seu voto, outros deputados homenagearam Lamarca e Marighela, notórios terroristas que sequestraram, mataram e roubaram. O jornalista mencionou isso? Não!
No Youtube temos inúmeras entrevistas e manifestações que deixam seus protagonistas a nu, ou seja, o que foi dito não pode ser desmentido, a não ser que tenha havido edição e isso pode ser comprovado.
- O articulista preocupou-se em avaliar as propostas e idéias veiculadas nessas ocasiões? Não!
- Buscou no site da Câmara (algo que qualquer um pode fazer (Câmara Federal) os projetos que foram apresentados e se não seguiram adiante devem-se aos esquemas de toma lá da cá que assistimos nessa esfera imunda que se transformou o legislativo? Não !
Será que terá a mesma ênfase em dejetar suas ironias e diatribes contra outras figuras que estão buscando sua vaga na próxima corrida presidencial? O tempo dirá! E ele é só um exemplo dos "profissionais" que temos, talvez existam honrosas exceções, poucas.
Grudar a bunda numa cadeira confortável e ficar vomitando irresponsabilidades não informa, apenas deforma, enreda os incautos, e alguns cautos.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
IR à Vista !!!
Numa sociedade amorfa como a nossa não adianta esperar muito, enquanto houver pão e circo, e o delírio mórbido de esperar, sempre um salvador, os governos farão o que quiserem.
Uniram-se apenas para derrubar a Dilma e depois retornaram à sua passividade, como se o único problema fosse o PT.
Millôr Fernandes, comentou, mais ou menos assim : "O governo é uma espécie de alfaiate que quando a roupa não fica boa faz alterações no cliente."
Regan foi mais direto " O governo é como um bebê: um canal alimentar com um enorme apetite, numa ponta, e nenhum senso de responsabilidade na outra."
POVO PASSIVO ... tem o governo que merece.
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Caos
Quando a bagunça interessa - Todos os que "patrocinam" situações de descontrole, fazem vistas grossas ,deixam acontecer tem um objetivo sinistro, algo muito antigo, um velho ditado escocês:
”Ordo Ab Chao” – Ordem Vinda do Caos. Crie o caos e então ofereça uma maneira para restabelecer a ordem. Sua ordem. As massas são agrupadas e dirigidas por muitas e variadas formas de controle mental e emocional."
Qualquer semelhança que vemos no Brasil, e, em muitos outros países não é mera coincidência
Qualquer semelhança que vemos no Brasil, e, em muitos outros países não é mera coincidência
Assinar:
Postagens (Atom)









