quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Bando de doentes


Isso está ficando sinistro. Depois da aberração patrocinada pelo Santander e Lei Rouanet, o bando de doentes que insiste em chamar de arte o pus que dejetam pelo cérebro voltam a atacar. O Museu de Arte Moderna de SP tem exposição em que criança é estimulada a tocar homem nu.

Para ver mais, clique aqui

Cartoon eterno

Millôr faz muita falta

Juventus, uma paixão.

Comprei a minha - modelo retrô - na Camiseteria di Mooca

Mas tem muita coisa legal : vários modelos de camisetas, malhas, bonés, mochilas, roupinhas para bebês, chinelos, cachecóis ...

Pra alegrar as almas juventinas !!!


RUA VISCONDE DE LAGUNA, 171 - Mooca - SP - SP
Website : http://www.camiseteriadimooca.com.br

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Visconde de Ouro Preto


Presente, sempre!

- Nenhum plano válido para o futuro pode ser feito por aqueles que não têm capacidade para viver o agora.

- Nós vivemos em uma cultura totalmente hipnotizada pela ilusão de tempo, na qual o chamado presente é sentido como uma pequena linha entre o ‘todo poderoso’ passado causativo e o ‘absurdamente importante futuro’. Não temos presente. Nossa consciência está quase completamente preocupada com memórias e expectativas. Nós não percebemos que nunca houve, há, ou haverá qualquer tipo de experiência além da experiência do momento.

Alan Watts

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Respeito?

Um casal de italianos, passeando no seu país, em Roma, foi agredido por um muçulmano ao se beijarem diante de uma mesquita. O agressor não admitiu tamanho desrespeito diante de seu templo.
Essa política de acolhimento a refugiados sem estabelecer limites ainda trará confrontos muito sérios. Se não respeitam a cultura e os costumes de quem os acolhem vão respeitar o quê?

Leia mais aqui aqui (em italiano)

Apenas para lembar, numa outra ocasião uma procissão à Nossa Senhora, habitual evento num país eminentemente católico como a Itália, foi hostilizada por imigrantes.
Esses, e outros "pequenos" sinais dessa sociedade intolerante e agressiva devem servir de alerta.
Fonte

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Arte !!!


Não vou polemizar quanto à exposição patrocinada pelo Santander com uso de dinheiro público da Lei Rounet. Sou contra o uso de verbas públicas para expor esse lixo. Se quiserem manter esse evento "artístico" que o façam com recursos próprios. Sem conversa.

Arte para mim é isto:


A lagoa das Ninféias, Harmonia Verde

Essa talvez seja a mais famosa das séries de Monet. Morando em Giverny e usufruindo de boas condições financeiras, Monet desvia uma parte do Rio Ru que passa próximo a sua casa e constrói um pequeno lago e um jardim aquático. Constrói também a Ponte Japonesa, e enche o lugar com plantas e flores aquáticas. A partir do ano de 1899, é esse pequeno paraíso particular sua maior fonte de inspiração, sendo produzidas dezenas de obras com essa temática - as ninféias. Nessa obra, o autor destaca a harmonia através da simetria da composição, do formato e na escolha das cores.

Título: Le Bassinaux nymphéas, harmonia verte.
Ano: 1899.
Dimensões: 88,3x 93,1 centímetros.
Técnica: Oléo sobre tela.
Localização Atual: Musée D'Orsey, Paris.

Fonte : Monet

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Sóror Joana Angélica

Personagens que, salvo engano meu, são esquecidos nas nossas pobres aulas de história:
Joana Angélica (mártir) - 1762 - 1822
Heroína da independência nacional nascida em Salvador, Bahia, a primeira mártir a tombar no solo bahiano e que sacrificou a própria vida na defesa da clausura do convento da Conceição da Lapa, na Bahia contra o exército português. De família abastada, era filha de José Tavares de Almeida e de Catarina Maria da Silva, aos 20 anos optou pela vida monástica (1782), entrou para o noviciado no Convento de Nossa Senhora da Conceição da Lapa, na capital baiana e tornou-se franciscana do ramo das Clarissas. Após o noviciado foi irmã, escrivã, vigária e abadessa do convento da Conceição. Com a revolta dos soldados brasileiros contra a nomeação no início do ano do brigadeiro lusitano Inácio Luís Madeira de Melo para comandante das armas da província (1822), soldados portugueses, sob o pretexto de haver patriotas escondidos no convento, derrubaram a porta a golpes de machado. Ocupava a direção do Convento, em fevereiro, quando à entrada da clausura, enfrentou os soldados lusitanos, que tinham vindo para Salvador desde o Dia do Fico, e teve o peito trespassado de baionetas. Esvaindo-se em sangue foi levada para um sofá de palhinha, que ainda pode ser visto, e faleceu pouco depois, tornando-se, assim, a primeira mártir da grande luta que continuaria, até a definitiva libertação da Bahia, no ano seguinte. No centenário de sua morte a Imprensa Oficial do Estado da Bahia publicou o livro Joana Angélica, a primeira heroína da Independência do Brasil, de Bernardino de Sousa.

NOTA: uma amiga trouxe-me esta informação:
"Também conhecida como Joana De Angelis mentora de Divaldo Pereira Franco, fundador da Mansão do Caminho em Salvador, um complexo que acolhe pessoas carentes material e espiritualmente. Autora de muitos livros (psicografados por Divaldo Pereira Franco) tais como Conflitos Existênciais, Vida: Desafios e Soluções e Rumo a Felicidade, além de outros que nos ajudam a enfrentar corajosamente essa difícil jornada terrena. Vale a pena ler algum deles, até mesmo por curiosidade."

sábado, 2 de setembro de 2017

Independência

O Brasil viveu um momento histórico em um dia como hoje, no ano de 1822. Nesta data, Maria Leopoldina, então princesa regente do Brasil por conta de uma ausência de Dom Pedro, assinou o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado.

Os brasileiros já estavam esperando que D. Pedro retornasse a Portugal, o que rebaixaria o país ao status de simples colônia, em vez de um reino unido ao de Portugal. Havia temores de que uma guerra civil separasse a Província de São Paulo do resto do Brasil. 

Neste cenário conturbado, D. Pedro entregou o poder a D. Leopoldina, no dia 13 de agosto de 1822, nomeando-a chefe do Conselho de Estado e Princesa Regente Interina do Brasil. D. Pedro partiu para tentar acabar com um conflito em São Paulo. Por conta das notícias vindas de Portugal, Dona Leopoldina não teve tempo de esperar pelo marido e precisou tomar uma decisão, na qual foi aconselhada por José Bonifácio de Andrada e Silva.

Após a assinatura do decreto, ela enviou uma carta a D. Pedro para que ele proclamasse a Independência do Brasil. O papel chegou a ele no dia 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro proclamou o Brasil livre de Portugal, às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo.

Enquanto aguardava pelo retorno de D. Pedro, Leopoldina, governante interina de um Brasil já independente, idealizou a bandeira do país. Ela foi coroada imperatriz em 1 de dezembro de 1822, na cerimônia de coroação e sagração de D. Pedro I.
Com informações de HISTORY
Tela de Georgina de Albuquerque (1885-1962)
Fonte : Von Regium