quinta-feira, 27 de junho de 2019

Infanticídio indígena

Recentemente a Ministra Damares foi envolvida numa polêmica em razão de ter adotado uma criança índia, chegaram inclusive a acusá-la de sequestro.
Como sempre o assunto foi explorado de modo torpe por boa parte da imprensa. Um tema sério foi tratado com descaso e mesmo com total falta de informação que, entendo, de modo proposital na maioria das abordagens sobre a questão do infanticídio praticado por algumas etnias. São tradicionais em caos de nascidos com deficiência, gêmeos e outras ocorrências.
Estes vídeos enfocam de sobejo o tema dessas macabras tradições, que, infelizmente, existem.
Que cada um tire suas próprias conclusões.

QUEBRANDO O SILÊNCIO (Português) 1/3
QUEBRANDO O SILÊNCIO (Português) 2/3
QUEBRANDO O SILÊNCIO (Português) 3/3

Jornalista australiano denuncia tolerância do Brasil com o infanticídio indígena

terça-feira, 25 de junho de 2019

C'è vita dopo la morte?

Chiedi al maestro ...


Obs: Roberto Totaro, è noto al pubblico italiano per la sua striscia Nirvana

KALIPÉ

Trilhe a estrada do conhecimento com serenidade, cautela e espírito crítico. Haverá em um dado momento um bifurcação, entre a sanidade e a loucura, esta última pode levar-te para o fanatismo, a tirania, a violência ou mesmo para o hospício.

Kalipé é um termo usado nas regiões do Himalaia, é dirigido àqueles que caminham, é um desejo para andar em ritmo lento com passos curtos. Refere-se àqueles gestos pequenos e concretos, não há pressa.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Falácia do Espantalho


A falácia do espantalho ou homem de palha é uma tática muito usada em debates.
Ela funciona assim.
Você ouve o que seu oponente diz, interpreta isso de forma distorcida, de modo que seu argumento fique parecendo mais fraco do que realmente é, e por fim ataque esse argumento, mostrando como é falho.
Assim fica mais fácil de criticar o adversário.

Fonte : https://filosofianaescola.com/falacias/falacia-do-espantalho/

Teoria Espiral do silêncio

Teoria  interessante para avaliar como as grandes mídias que quase dominam os sistemas de comunicação manipulam as massas ou como silenciam as multidões

1ª Explicação

O termo “espiral do silêncio” foi cunhado pela filósofa política alemã Elisabeth Noelle-Neumann para explicar a razão pela qual as pessoas tendem a permanecer silenciosas quando têm a sensação — muitas vezes falsa! — de que as suas opiniões e mundividências estão em minoria. O modelo do conceito de "espiral do silêncio" baseia-se em três premissas:

As pessoas têm uma intuição ou um sexto-sentido que lhes permite saber qual a tendência da opinião pública, mesmo sem ter acesso a sondagens;
As pessoas têm medo de serem isoladas socialmente ou ostracizadas, e sabem qual o tipo de comportamento que poderá contribuir para esse isolamento social;
As pessoas apresentam reticências ou até medo em expressar as suas opiniões minoritárias, por terem receio de sofrer o isolamento da sociedade ou do círculo social próximo.
Quanto mais uma pessoa acredita que a sua opinião sobre um determinado assunto está mais próxima da opinião pública julgada maioritária, maior probabilidade existe que essa pessoa expresse a sua opinião em público. Então, e se a opinião pública entretanto mudar, essa pessoa reconhecerá que a sua opinião não coincide já com a opinião da maioria, e por isso terá menos vontade de a expressar publicamente. E à medida em que a distância entre a opinião dessa pessoa e a opinião pública aumenta, aumenta a probabilidade de essa pessoa se calar e de se auto-censurar.

Os meios de comunicação social são um factor essencial de estabelecimento da “espiral do silêncio”, na medida em que formatam a opinião pública. Perante uma opinião pública formatada, as pessoas que não concordam com a mundividência politicamente correcta, emanada da comunicação social, entram em “espiral do silêncio” — muitas vezes constituindo uma “maioria silenciosa”.

2ª Explicação

A teoria começou a ser estudada na década de 60, com base nas pesquisas sobre efeitos dos meios de comunicação em massa e foram elaborados pela socióloga e cientista política alemã Elizabeth Noelle-Neuman. Segundo Noelle-Neuman “O resultado é um processo em espiral que incita os indivíduos a perceber as mudanças de opinião e a segui-las até que uma opinião se estabelece como atitude prevalecente, enquanto as outras opiniões são rejeitadas ou evitadas por todos, à exceção dos duros de espírito”

Nessa teoria o importante são as opiniões dominantes, e estas tendem a se refletir nos meios, a opinião individual passa por um processo de crivo do coletivo para ganhar a força. Sobre essa teoria é importante lembrar que existe um enclausuramento dos indivíduos no silêncio quando estes tem opiniões diferentes dos vinculados pela mídia.No momento em que uma opinião individual difere da maioria ou do pensamento coletivo, pode ocorrer uma reação de isolamento social do indivíduo, em que as pessoas alteram a sua forma de pensar ou são silenciadas.Por exemplo o preconceito racial, ele existe mas está “camuflado” na sociedade.

A mesma mídia que diz publicar o que é de opinião pública é aquela que é indiferente à população quando esta precisa. A Teoria do Espiral do Silêncio ajuda a entender como a mídia funciona em relação à opinião pública e silencia suas idéias. Noelle-Neuman dizia que para entender melhor como funciona a Espiral do Silêncio, é preciso conhecer os três mecanismos pelos quais a teoria influencia a mídia sobre o público:

1) Acumulação: excesso de exposição de determinados temas na mídia

2) Consonância: forma semelhante como as notícias são produzidas e veiculadas

3) Ubiqüidade: presença da mídia em todos os lugares.

Moral disso : estude, pense, reflita e não tenha medo de ser o chato da turma.

Uma análise mais detalhada pode ser avaliada aqui:
https://papodehomem.com.br/espiral-do-silencio-como-silenciar-multidoes/
E aqui:
http://estudosnacionais.com/geral/como-funciona-espiral-do-silencio-nas-redes-sociais/
E uma breve explicação do Prof Olavo de Carvalho