sexta-feira, 2 de março de 2018

Privatizar ou não?

Lendo inúmeras postagens, artigos e matérias em todas as mídias, fica claro que o faniquito privatizante voltou a toda. Como sempre, a saudável noção de equilíbrio e distanciamento dos extremos passa ao largo desse movimento.
Diminuir o tamanho do Estado, torná-lo eficiente e deflagrar as reformas esperadas (tributárias, fiscais e tantas outras, a reestruturação de nosso sistema educacional, preservação e soberania de nossas riquezas e etc) é desejo geral, mas miniaturalizá-lo e demonizá-lo como se fosse a razão de todos os problemas, ignorando fatores importantes como nossa dimensão continental, enormes diferenças regionais e etc é por demais medíocre, tanto nas visões como nas propostas. Lembrando sempre que existem corruptos e corruptores.  Pode-se tirar uma fonte da bandalheira mas ignorar que a falha de caráter vai se curar com isso é muita ingenuidade.
Uma boa dose de serenidade, sem imediatismos e precaução são imprescindíveis neste ano, ou damos um RESET ou soçobramos de vez.
Pergunta besta como exemplo, quanto um banco privado cobraria para prestar este serviço?

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